







“Um músico que domina a arte de ligar o passado ao futuro. […] Pazz marcará o cenário musical por sua capacidade de entender [que] os que construíram seu passado são os que inspiraram seu presente.”

“Maurício Pazz é um dos músicos que se arriscaram — e se deram bem — com o violão tenor. O instrumento não é nem um violão comum, nem um bandolim. Com apenas quatro cordas e um formato reduzido, ele teria surgido nos anos 1920. De lá para cá, foi usado no country, principalmente lá fora, e no choro, por aqui. Mas o instrumento não se limita a um ou dois gêneros — e prova disso é Maurício Pazz, que também o insere no jazz e o associa a sonoridades africanas.”

“Eu vejo o Maurício como um grande reimaginador, reeditor, das nossas heranças da nossa música instrumental.”

